é um blog muito interessante feito pelos alunos de enfermagem da FITS Faculdade Integrada Tiradentes com o objetivo de desvendar a bioquimica que todos tanto temem . :)
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
abordagem sindrômica
O ESPAÇO ENFERMAGEM TRÁS PARA MACEIÓ PELA PRIMEIRA VEZ !
CURSO DE ABORDAGEM SINDRÔMICA E DIAGNÓSTICO MOLECULAR DAS ISTs (DSTs)
Instrutores Oficiais:
Kilma Rocha (Enfermeira – Universidade de Pernambuco)
Eduardo Ramalho (Geneticista Molecular – University of London)
POR QUE ABORDAGEM SINDRÔMICA?
Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde (OMS) introduziu o conceito de abordagem sindrômica para atendimento do portador de DST,hoje chamada de IST. O método consiste em incluir a doença dentro de síndromes pré-estabelecidas, baseadas em sintomas e sinais, e instituir tratamento imediato sem aguardar resultados de exames confirmatórios. É seguir um protocolo terapêutico, no formato de fluxograma ou algoritmo, assim como outras estratégias, por exemplo o AIDPI.
As DST genitais estão distribuídas em cinco síndromes: corrimentos uretrais, úlceras genitais, corrimentos vaginais, dor pélvica e verrugas genitais. Devido a não haver equivalente para a região anorretal, propomos três síndromes: úlceras perianais, retites e verrugas perianais.
A redução de 40% na incidência de HPV e câncer uterino foi observada na população brasileira em pessoas cuja abordagem das DST foi feita de maneira sindrômica.
Como trata-se de protocolo nacional, o enfermeiro, com posse da certificação oficial, tem competência legal para realizar diagnóstico com base nos sinais e sintomas e terapêutica medicamentosa ou não, com base nos algoritmos.
Nosso curso vai além, e este é o nosso diferencial. Escolhemos uma das doenças mais prevalentes (HPV), e no segundo módulo, o aluno vai ter a oportunidade de entender o diagnóstico molecular desta doença, e como ela pode desencadear o câncer de colo uterino.
PÚBLICO-ALVO: Enfermeiros, Médicos, Biomédicos, acadêmicos destas profissões
CARGA HORÁRIA DO CERTIFICADO: 80 horas/aula
HORÁRIOS: 2 finais de semana
INVESTIMENTO: 2x DE R$ 150,00 OU À VISTA EM R$ 295,00
CONTEÚDO: - DST NO BRASIL
- ABORDAGEM INTEGRAL AO PORTADOR DE DST
- ABORDAGEM DOS PARCEIROS SEXUAIS: ACONSELHAMENTO
- SINAIS E SINTOMAS DAS DSTs: COMO DIAGNOSTICAR (PRÁTICA COM CASOS)
- ALGORÍTMOS E FLUXOGRAMAS: COMO TRATAR (PRÁTICA COM CASOS)
- O HPV NO BRASIL
- EXTRAÇÃO DE DNA DE AMOSTRAS DE HPV (PRÁTICA DE LABORATÓRIO)
- ELETROFORESE E AMPLIFICAÇÃO POR MEIO DE PCR DE AMOSTRAS DE HPV (PRÁTICA DE LABORATÓRIO)
- HPV E CÂNCER DE COLO UTERINO
LIGUE AGORA!
ESPAÇO ENFERMAGEM
CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
Fone/FAX: (82) 3221 9156 / (82) 8852.5408 / (82) 8856.0351
SEDE MACEIÓ: Av. Dr. Júlio Marques Luz, 1013 - Galeria Jatiúca Center - Jatiúca
Email: espacoenfermagemmaceio2008@hotmail.com
Orkut: Espaço Enfermagem Maceió
WWW.ESPACOENFERMAGEM.COM.BR
CURSO DE ABORDAGEM SINDRÔMICA E DIAGNÓSTICO MOLECULAR DAS ISTs (DSTs)
Instrutores Oficiais:
Kilma Rocha (Enfermeira – Universidade de Pernambuco)
Eduardo Ramalho (Geneticista Molecular – University of London)
POR QUE ABORDAGEM SINDRÔMICA?
Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde (OMS) introduziu o conceito de abordagem sindrômica para atendimento do portador de DST,hoje chamada de IST. O método consiste em incluir a doença dentro de síndromes pré-estabelecidas, baseadas em sintomas e sinais, e instituir tratamento imediato sem aguardar resultados de exames confirmatórios. É seguir um protocolo terapêutico, no formato de fluxograma ou algoritmo, assim como outras estratégias, por exemplo o AIDPI.
As DST genitais estão distribuídas em cinco síndromes: corrimentos uretrais, úlceras genitais, corrimentos vaginais, dor pélvica e verrugas genitais. Devido a não haver equivalente para a região anorretal, propomos três síndromes: úlceras perianais, retites e verrugas perianais.
A redução de 40% na incidência de HPV e câncer uterino foi observada na população brasileira em pessoas cuja abordagem das DST foi feita de maneira sindrômica.
Como trata-se de protocolo nacional, o enfermeiro, com posse da certificação oficial, tem competência legal para realizar diagnóstico com base nos sinais e sintomas e terapêutica medicamentosa ou não, com base nos algoritmos.
Nosso curso vai além, e este é o nosso diferencial. Escolhemos uma das doenças mais prevalentes (HPV), e no segundo módulo, o aluno vai ter a oportunidade de entender o diagnóstico molecular desta doença, e como ela pode desencadear o câncer de colo uterino.
PÚBLICO-ALVO: Enfermeiros, Médicos, Biomédicos, acadêmicos destas profissões
CARGA HORÁRIA DO CERTIFICADO: 80 horas/aula
HORÁRIOS: 2 finais de semana
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minha musica preferida
Tá Vendo Aquela Lua
Exaltasamba
Composição: Thiaguinho / Pezinho
Te filmando, eu tava quieto no meu canto
Cabelo bem cortado, perfume exalando
Daquele jeito que eu sei que você gosta
Mas eu te dei um papo, e você nem deu resposta
Tudo bem um dia vai o outro vem
Você deve estar pensando em outro alguém
Mas se ele te merecesse não estaria aqui
Não, não, não
Ou talvez você não queira se envolver
Magoada ta com medo de sofrer
Se me der uma chance não vai se arrepender
Não, não, não,não,não
Tá vendo aquela lua, que brilha lá no céu
Se você me pedir eu vou buscar, só pra te dar
Se bem que o brilho dela, nem se compara ao seu
Deixa eu te dar um beijo, vou mostrar o tempo que perdeu
Que coisa louca, eu já sabia
Enquanto eu me arrumava algo me dizia
Você vai encontrar alguém que vai mudar
A sua vida inteira da noite pro dia
Exaltasamba
Composição: Thiaguinho / Pezinho
Te filmando, eu tava quieto no meu canto
Cabelo bem cortado, perfume exalando
Daquele jeito que eu sei que você gosta
Mas eu te dei um papo, e você nem deu resposta
Tudo bem um dia vai o outro vem
Você deve estar pensando em outro alguém
Mas se ele te merecesse não estaria aqui
Não, não, não
Ou talvez você não queira se envolver
Magoada ta com medo de sofrer
Se me der uma chance não vai se arrepender
Não, não, não,não,não
Tá vendo aquela lua, que brilha lá no céu
Se você me pedir eu vou buscar, só pra te dar
Se bem que o brilho dela, nem se compara ao seu
Deixa eu te dar um beijo, vou mostrar o tempo que perdeu
Que coisa louca, eu já sabia
Enquanto eu me arrumava algo me dizia
Você vai encontrar alguém que vai mudar
A sua vida inteira da noite pro dia
curso do espaço de enfermagem
Olá!
Segue nosso informativo de cursos. Em anexo segue a ficha de inscrição; no caso de inscrição, favor preencher a ficha e nos reenviar para garantirmos a vaga.
INSCRIÇÕES ABERTAS P/ OS CURSOS LIVRES:
APERFEIÇOAMENTO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA - 2ª TURMA
Início: 10 de Dezembro (1 FDS por mês, durante 6 meses)
Carga Horária: 240h
Investimento: 6 x de R$ 110,00
CATETERISMO UMBILICAL
Início: 15, 16 e 17 de outubro
Carga Horária: 40h
Investimento: À vista R$ 380,00 ou em 3 x no cheque
PUNÇÃO VENOSA
Início: 6, 7, 8 e 9 de dezembro
Carga Horária: 40h
Investimento: R$ 150,00
ABORDAGEM SINDRÔMICA
Início: 5, 6 e 7 e 26, 27 e 28 de novembro
Carga Horária: 80h
Investimento: R$ 295,00
PÓS-GRADUAÇÃO:
Pós-graduação em Pediatria e Neonatologia
Início: 22, 23 e 24 de outubro
Carga horária: 432h
Investimento: 15 x de R$ 290,00 ou 20 x de R$ 217,00
Pós-graduação em Enfermagem do Trabalho
Início: 3, 4 e 5 de dezembro
Carga horária: 432h
Investimento: 15 x de R$ 290,00 ou 20 x de R$ 217,00
OBS.: GRUPOS A PARTIR DE 5 PESSOAS, CONCEDEMOS DESCONTO NOS VALORES/MENSALIDADES DOS CURSOS.
VAGAS LIMITADAS!
ESPAÇO ENFERMAGEM
3221-9156
CAP - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL | ESPAÇO ENFERMAGEM
ESPECIALIZAÇÕES NA ÁREA DE SAÚDE PARA ENFERMEIROS, MÉDICOS, FISIOTERAPEUTAS E PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS.
TODOS OS CURSOS RECONHECIDOS E AUTORIZADOS PELO MEC COM OS PROFISSIOINAIS MAIS CONCEITUADOS DO BRASIL
WWW.ESPACOENFERMAGEM.COM.BR
MATRIZ RECIFE: (81) 3221-9354
FILIAL MACEIÓ: (82) 3221-9156
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sábado, 25 de setembro de 2010
Metabolismo de Carboidratos
Glicogênese
É o processo bioquímico que transforma a glicose em glicogênio.
Ocorre virtualmente em todos os tecidos animais, mas é proeminente no fígado e músculos (os músculos apresentam cerca de 4 vezes mais glicogênio do que o fígado em razão de sua grande massa).
O músculo armazena apenas para o consumo próprio, e só utiliza durante o exercício quando há necessidade de energia rápida
O glicogênio é uma fonte imediata de glicose para os músculos quando há a diminuição da glicose sangüínea (hipoglicemia).
O glicogênio fica disponível no fígado e músculos, sendo consumido totalmente cerca de 24 horas após a última refeição.
A primeira reação do processo glicolítico é a formação de glicose-6-fosfato (G6P) a partir da fosforilação da glicose. A insulina induz a formação de glicose-1-fosfato pela ação da enzima fosfoglicomutase que isomerisa a G6P. A partir daí, há a incorporação da uridina-tri-fosfato (UTP) que proporciona a ligação entre o C1 de uma molécula com o C4 de outra ligação (catalisada pela enzima glicogênio sintase), formando uma maltose inicial que logo será acrescida de outras, formando um polímero a(1- 4). A ramificação da cadeia ocorre pela ação da enzima ramificadora (amido-1-4,1-6-transglucosidase) que transfere cadeias inteiras para um C6, formando ligações a(1- 6).
O substrato para a síntese de glicogênio é a UDP-glicose;
A enzima Glicogênio sintase necessita de um “primer”, ou seja, um resíduo, por onde começar, o qual deve ser formado por pelo menos quatro moléculas de glicose;
A proteína Glicogenina é a responsável pela formação desta pequena cadeia. A ela se liga o pimeiro resíduo de glicose.
A Glicogênio sintase se liga à cadeia de glicogenina (que permanece unida àquele primeiro resíduo de glicose), estendendo a cadeia.
Quando o glicogênio estiver grande o bastante, a enzima Glicogênio sintase é deslocada.
Quantidade de glicose disponível para o ser humano, levando em considerações as reservas hepáticas e musculares de glicogênio:
Controle Hormonal de Carboidratos
Princípios básicos de regulação da glicemia (nível de glicose plasmática).
Regulação hormonal coordenada, a curto e longo prazo, da neoglicogênese e glicólise hepática.
Regulação hormonal da glicogenólise e glicogenogênese.
Os hormônios glicorreguladores incluem:
insulina,
glucagon,
epinefrina,
cortisol e
hormônio de crescimento
Percurso da glicogenogênese e glicogenólise no fígado
Glicogenólise
O glicogênio pode ser degradado enzimaticamente para a obtenção de glicose para entrar nas rotas oxidativas visando a obtenção de energia.
A glicogenólise possui controle endócrino.
O glicogênio é degradado pela ação conjunta de três enzimas: Glicogênio fosforilase, Enzima α 1,6 glicosidase ou desramificadora de glicogênio e fosfoglicomutase.
Os estímulos possuem como segundo mensageiro o AMP cíclico (AMPc), que é formado a partir do ATP sob ação da enzima adenilato-ciclase (inativa até que haja o estímulo hormonal).
CARBOIDRATOS
1. CONCEITO E IMPORTÂNCIA:
Os carboidratos são também chamados de glucídios, sacarídeos ou simplesmente açúcares.
São as substâncias orgânicas mais abundantes na Terra, devido à suas múltiplas funções nos seres vivos.
Desempenham funções como: fonte imediata ou de reserva de energia para realização de trabalhos celulares; parte integrante de ATP, DNA e RNA; componentes estruturais do arcabouço de células e tecidos vegetais, paredes bacterianas e exoesqueleto de artrópodes.
2. CLASSIFICAÇÃO:
De acordo com a possibilidade de hidrólise, são classificados em quatro grupos:
MONOSSACARÍDEOS: açúcares simples , que não são hidrolisados em unidades menores. Ex: glicose e frutose.
DISSACARÍDEOS: açúcares que por hidrólise fornecem duas moléculas de monossacarídeos iguais ou diferentes entre si. Ex: sacarose e maltose.
OLIGOSSACARÍDEOS: a hidrólise fornece de 3 a 10 moléculas de monossacarídeos. Ex: dextrinas de amido.
POLISSACARÍDEOS: a hidrólise libera acima de 10 unidades de monossacarídeos. Ex:amido e glicogênio.
Os MONOSSACARÍDEOS podem ainda ser classificados em :
Desoxiaçúcares: Ex: Desoxiribose, um componente essencial do DNA.
Aminoaçúcares: apresentam em sua estrutura o grupo amina (NH2). Compõem os GLICOSAMINOGLICANAS.
Açúcares carboxilados: formam ácidos urânicos.
Polióis: são também conhecidos como poliálcoois. Possuem importância comercial como adoçantes em chicletes e doces dietéticos.
3. IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA:
Monossacarídeos: combustível celular, produção de energia, componente dos nucleotídeos energéticos. Ex: D- Ribose, D-glicose, D-frutose.
Dissacarídeos: maltose, sacarose e lactose, encontrados na digestão do amido, leite, açúcar de cana ou beterraba.
Polissacarídeos: glicogênio (polissacarídeo de reserva dos animais).
4. USO DA GLICOSE PELAS CÉLULAS:
No interior das células, a glicose pode ter vários destinos:
Degradada a CO2 e H2O, libera toda energia nela contida. Ocorre principalmente no citoplasma (glicólise) e parcialmente nas mitocôndrias (ciclo de Krebs e cadeia respiratória).
Armazenada sob a forma de GLICOGÊNIO (glicogênese), ocorre principalmente em células hepáticas e musculares. Essas reservas de glicogênio são utilizadas (glicogenólise) nos momentos de maior necessidade, como nos intervalos das refeições e durante o exercício físico.
Perdendo CO2 dará origem a pentoses, necessárias à síntese de DNA, RNA e ATP.
Em anaerobiose, o piruvato, produto da degradação da glicose, é convertido à lactato (fermentação lática).
A glicose pode dar ainda origem a produtos especializados (ácido glicurônico, glicosaminas, etc.)
CARBOIDRATOS: VIAS ESPECIAIS
Além das vias clássicas de produção de energia, existem vários outros processos metabólicos envolvendo carboidratos e com diferentes objetivos.
GLICONEOGÊNESE:
A gliconeogênese pode ser definida como a síntese de glicose endógena.
Usada quando há deficiência do suprimento de glicose pela dieta ou por dificuldade na sua absorção pelas células.
É importante para células nervosas e eritrócitos que necessitam continuamente de energia.
O fígado utiliza intensamente essa via para fazer a conversão do lactato em glicose.
CICLO DE CORI
A gliconeogênese é uma condição necessária para o intercâmbio de glicose entre fígado e músculo.
O músculo trabalhando intensamente em anaerobiose gera lactato, que não consegue reverter a glicose em velocidade suficiente.
O lactato é, então, lançado para corrente sanguínea e captado pelo fígado. Através da gliconeogênese será reconvertido em glicose e retorna ao sangue para atender as necessidades energéticas.
É o processo bioquímico que transforma a glicose em glicogênio.
Ocorre virtualmente em todos os tecidos animais, mas é proeminente no fígado e músculos (os músculos apresentam cerca de 4 vezes mais glicogênio do que o fígado em razão de sua grande massa).
O músculo armazena apenas para o consumo próprio, e só utiliza durante o exercício quando há necessidade de energia rápida
O glicogênio é uma fonte imediata de glicose para os músculos quando há a diminuição da glicose sangüínea (hipoglicemia).
O glicogênio fica disponível no fígado e músculos, sendo consumido totalmente cerca de 24 horas após a última refeição.
A primeira reação do processo glicolítico é a formação de glicose-6-fosfato (G6P) a partir da fosforilação da glicose. A insulina induz a formação de glicose-1-fosfato pela ação da enzima fosfoglicomutase que isomerisa a G6P. A partir daí, há a incorporação da uridina-tri-fosfato (UTP) que proporciona a ligação entre o C1 de uma molécula com o C4 de outra ligação (catalisada pela enzima glicogênio sintase), formando uma maltose inicial que logo será acrescida de outras, formando um polímero a(1- 4). A ramificação da cadeia ocorre pela ação da enzima ramificadora (amido-1-4,1-6-transglucosidase) que transfere cadeias inteiras para um C6, formando ligações a(1- 6).
O substrato para a síntese de glicogênio é a UDP-glicose;
A enzima Glicogênio sintase necessita de um “primer”, ou seja, um resíduo, por onde começar, o qual deve ser formado por pelo menos quatro moléculas de glicose;
A proteína Glicogenina é a responsável pela formação desta pequena cadeia. A ela se liga o pimeiro resíduo de glicose.
A Glicogênio sintase se liga à cadeia de glicogenina (que permanece unida àquele primeiro resíduo de glicose), estendendo a cadeia.
Quando o glicogênio estiver grande o bastante, a enzima Glicogênio sintase é deslocada.
Quantidade de glicose disponível para o ser humano, levando em considerações as reservas hepáticas e musculares de glicogênio:
Controle Hormonal de Carboidratos
Princípios básicos de regulação da glicemia (nível de glicose plasmática).
Regulação hormonal coordenada, a curto e longo prazo, da neoglicogênese e glicólise hepática.
Regulação hormonal da glicogenólise e glicogenogênese.
Os hormônios glicorreguladores incluem:
insulina,
glucagon,
epinefrina,
cortisol e
hormônio de crescimento
Percurso da glicogenogênese e glicogenólise no fígado
Glicogenólise
O glicogênio pode ser degradado enzimaticamente para a obtenção de glicose para entrar nas rotas oxidativas visando a obtenção de energia.
A glicogenólise possui controle endócrino.
O glicogênio é degradado pela ação conjunta de três enzimas: Glicogênio fosforilase, Enzima α 1,6 glicosidase ou desramificadora de glicogênio e fosfoglicomutase.
Os estímulos possuem como segundo mensageiro o AMP cíclico (AMPc), que é formado a partir do ATP sob ação da enzima adenilato-ciclase (inativa até que haja o estímulo hormonal).
CARBOIDRATOS
1. CONCEITO E IMPORTÂNCIA:
Os carboidratos são também chamados de glucídios, sacarídeos ou simplesmente açúcares.
São as substâncias orgânicas mais abundantes na Terra, devido à suas múltiplas funções nos seres vivos.
Desempenham funções como: fonte imediata ou de reserva de energia para realização de trabalhos celulares; parte integrante de ATP, DNA e RNA; componentes estruturais do arcabouço de células e tecidos vegetais, paredes bacterianas e exoesqueleto de artrópodes.
2. CLASSIFICAÇÃO:
De acordo com a possibilidade de hidrólise, são classificados em quatro grupos:
MONOSSACARÍDEOS: açúcares simples , que não são hidrolisados em unidades menores. Ex: glicose e frutose.
DISSACARÍDEOS: açúcares que por hidrólise fornecem duas moléculas de monossacarídeos iguais ou diferentes entre si. Ex: sacarose e maltose.
OLIGOSSACARÍDEOS: a hidrólise fornece de 3 a 10 moléculas de monossacarídeos. Ex: dextrinas de amido.
POLISSACARÍDEOS: a hidrólise libera acima de 10 unidades de monossacarídeos. Ex:amido e glicogênio.
Os MONOSSACARÍDEOS podem ainda ser classificados em :
Desoxiaçúcares: Ex: Desoxiribose, um componente essencial do DNA.
Aminoaçúcares: apresentam em sua estrutura o grupo amina (NH2). Compõem os GLICOSAMINOGLICANAS.
Açúcares carboxilados: formam ácidos urânicos.
Polióis: são também conhecidos como poliálcoois. Possuem importância comercial como adoçantes em chicletes e doces dietéticos.
3. IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA:
Monossacarídeos: combustível celular, produção de energia, componente dos nucleotídeos energéticos. Ex: D- Ribose, D-glicose, D-frutose.
Dissacarídeos: maltose, sacarose e lactose, encontrados na digestão do amido, leite, açúcar de cana ou beterraba.
Polissacarídeos: glicogênio (polissacarídeo de reserva dos animais).
4. USO DA GLICOSE PELAS CÉLULAS:
No interior das células, a glicose pode ter vários destinos:
Degradada a CO2 e H2O, libera toda energia nela contida. Ocorre principalmente no citoplasma (glicólise) e parcialmente nas mitocôndrias (ciclo de Krebs e cadeia respiratória).
Armazenada sob a forma de GLICOGÊNIO (glicogênese), ocorre principalmente em células hepáticas e musculares. Essas reservas de glicogênio são utilizadas (glicogenólise) nos momentos de maior necessidade, como nos intervalos das refeições e durante o exercício físico.
Perdendo CO2 dará origem a pentoses, necessárias à síntese de DNA, RNA e ATP.
Em anaerobiose, o piruvato, produto da degradação da glicose, é convertido à lactato (fermentação lática).
A glicose pode dar ainda origem a produtos especializados (ácido glicurônico, glicosaminas, etc.)
CARBOIDRATOS: VIAS ESPECIAIS
Além das vias clássicas de produção de energia, existem vários outros processos metabólicos envolvendo carboidratos e com diferentes objetivos.
GLICONEOGÊNESE:
A gliconeogênese pode ser definida como a síntese de glicose endógena.
Usada quando há deficiência do suprimento de glicose pela dieta ou por dificuldade na sua absorção pelas células.
É importante para células nervosas e eritrócitos que necessitam continuamente de energia.
O fígado utiliza intensamente essa via para fazer a conversão do lactato em glicose.
CICLO DE CORI
A gliconeogênese é uma condição necessária para o intercâmbio de glicose entre fígado e músculo.
O músculo trabalhando intensamente em anaerobiose gera lactato, que não consegue reverter a glicose em velocidade suficiente.
O lactato é, então, lançado para corrente sanguínea e captado pelo fígado. Através da gliconeogênese será reconvertido em glicose e retorna ao sangue para atender as necessidades energéticas.
METABOLISMO CELULAR
É a partir dos nutrientes e do oxigênio transportados por via sanguínea, que a atividade biológica das células e do organismo se mantêm, devido às inúmeras reações bioquímicas que ocorrem a cada momento.
O conjunto de reações químicas que ocorrem a nível celular designa-se metabolismo celular.
O metabolismo celular possibilita a formação e degradação de matéria orgânica, bem como a produção de energia sob a forma de ATP (adenosina trifosfato) que, no seu conjunto, são considerados os processos básicos que garantem a vida a qual quer organismo.
O metabolismo celular é dividido em dois grupos de reações químicas:
reações anabólicas e catabólicas
Anabolismo
O anabolismo corresponde ao conjunto de reações químicas em que ocorre a síntese de
moléculas orgânicas complexas a partir de moléculas simples, com consumo de energia, armazenada em moléculas de ATP.
Catabolismo
O catabolismo corresponde ao conjunto de reações de degradação de moléculas orgânicas, para a produção de energia sob a forma de ATP, obtendo-se moléculas mais simples, pobres em energia .
O conjunto de reações químicas que ocorrem a nível celular designa-se metabolismo celular.
O metabolismo celular possibilita a formação e degradação de matéria orgânica, bem como a produção de energia sob a forma de ATP (adenosina trifosfato) que, no seu conjunto, são considerados os processos básicos que garantem a vida a qual quer organismo.
O metabolismo celular é dividido em dois grupos de reações químicas:
reações anabólicas e catabólicas
Anabolismo
O anabolismo corresponde ao conjunto de reações químicas em que ocorre a síntese de
moléculas orgânicas complexas a partir de moléculas simples, com consumo de energia, armazenada em moléculas de ATP.
Catabolismo
O catabolismo corresponde ao conjunto de reações de degradação de moléculas orgânicas, para a produção de energia sob a forma de ATP, obtendo-se moléculas mais simples, pobres em energia .
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
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